Pra que ficar sério? Por que fazer piadas necessariamente "inteligentes"? Ora, o que seria do mundo sem a espontaneidade da idiotice (falo da idiotice "consciente", aquela quando você conta a piada do lisossomos ou fala qualquer besteira -boa- sem pensar)?
Ontem mesmo eu escrevi sobre o mau humor. Hoje eu falo de algo que, muitas vezes, seja o motivo para que ele se desponte, ou piore.
Essa coisa de forçação de barra, pseudismos e afins, têm corrompido um pouco a essência do inocente. Usar demais o racional também estraga um pouco o verdadeiro sentir das coisas. Ser infantil (no bom sentido da palavra) não mata ninguém, muito pelo contrário, nos faz mais soltos e descolados da aparente rigidez que ronda a cara e o jeito das pessoas. Todos nós possuímos as idades que passamos até então, dentro da gente.
É, chutar o balde de vez enquando, desta maneira, não faz mal a ninguém.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
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